“SARAVÁ, VELHA GUARDA. A ESPINHA DORSAL DO SAMBA” É O ENREDO QUE A TRADIÇÃO LEVARÁ PARA A AVENIDA NO CARNAVAL DE 2027.
O Condor vai abrir suas asas para homenagear quem carrega no peito a memória, a história e a essência do nosso samba.
A Velha Guarda é raiz. É fundamento. É memória viva. É o passado que caminha ao nosso lado e ilumina o futuro.
Como diz o carnavalesco Leandro Valente: “Não há futuro sem memória, não há samba sem raiz, não há comunidade sem aqueles que vieram antes.”
Em 2027, pedimos licença para entrar nesse terreiro de lembranças e saudar nossos bambas, nossos baluartes, Vovô, Vovó e todos aqueles que fizeram do samba uma herança que atravessa gerações.

