NOME OFICIAL: Grêmio Recreativo Bloco Carnavalesco Unidos dos Bandeirantes
FUNDAÇÃO: 23/09/1973. Reativado em 2022 como Bloco
ESCOLA-MADRINHA: Beija-Flor de Nilópolis
PADROEIROS: São Sebastião / Oxóssi
QUADRA DE ENSAIOS: Rua Pascoal Moreira, nº 233, Bairro Vila Bandeirantes, Nova Iguaçu, RJ. CEP: 26286410
CORES: Azul e Branco
SÍMBOLO: Aperto de Mãos inter-racial
LEMA: “O Carnaval Aqui É Todo Dia”
“De azul e branco eu vou de bem com a vida, com Bandeirantes sacudindo essa avenida”
FILIAÇÃO: Federação de Blocos Carnavalescos do Estado do Rio de Janeiro (FBCERJ)
Resultado 2024: 2º no Grupo 2 de Blocos da FBCERJ. O Bloco subiu para o Grupo 1
ENREDO: Batuque
Data, Local e Ordem de Desfile: 6º a desfilar, 1º/03/2025, sábado, Intendente Magalhães, em Campinho
Autores do Enredo: Gilmar Oliveira Xavier e “Mariinha” Maria dos Anjos Soares Silva
Autora da Sinopse do Enredo: Vitória Coutinho “Couut”
Carnavalesco: Gilmar Oliveira Xavier
Cenógrafo: Ângelo Mouzinho
Presidente: “Mariinha” Maria dos Anjos Soares Silva
Vice-Presidente: Edson Pontes Silva
Diretor Geral de Carnaval: “Miro” Argemiro da Silva
Diretor Geral de Harmonia: Gilberto
Outros Diretores de Harmonia: “Miro” Argemiro da Silva, Vitória Coutinho “Couut”, Elaine Pontes
1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Estandarte: Klênia Freitas e Roberto Vinícius
Coreógrafo da Comissão de Frente: Doca (Valdemir Dengues de Jesus)
BATERIA: Furiosa dos Bandeirantes
Direção de Bateria: Mestre Wemerson Maicon. 50 ritmistas
Outros Diretores de Bateria: Dirceu Neto (Diretor Administrativo), Nando (Timbau), César (Caixa), Jô (Chocalho), Grazi (Tamborim), Cabeleireira (Afinação) e DG (Surdo de 3ª)
Rainha da Bateria: Indefinida
Responsável pela Ala de Baianas: “Rose” Rosemary Silva Barros Soares)
Responsável pela Ala de Passistas: Indefinido
Responsável pela Ala de Crianças: Não tem
Presidente da Ala de Compositores: Gérson RioSampa
Marketing / Divulgação: Vitória Coutinho “Couut”
Contingente: Entre 250 a 300 Componentes, 12 Alas, 1 Alegoria
SAMBA
Compositores: J. Mortadela, Gilbertinho, Doguinho, Paula Pereira e Igor
Intérprete: Gonzaguinha
Cantor de Apoio: Diogo
No rufar do tambor / Bandeirantes chegou / Trazendo batuque e alegria
Pra essa festa que irradia / Em colorido de encanto e esplendor
Vindos de uma terra tão distante / Os negros aportaram nesse chão
Trouxeram cultura / Que se propagou neste torrão
Para amenizar tanta saudade / Formou-se uma grande união
E com toda força e sutileza / Dançavam em louvor e adoração
Pequena África, Pedra do Sal / Casa de Tia Ciata
Zé Pereira com seu bumbo original (que legal) / Deu origem ao carnaval
Saudade do Rio de outrora / Relembrando antigos carnavais
Viajando em poesia / Chego à Cidade do Samba
Cenário de beleza multicor / Presente para todos os sambistas
Que na Avenida mostram o seu valor
SINOPSE
Em meio às cores, ritmos e vibrações, o samba deste Carnaval resgata a força ancestral do batuque que nasceu na África e atravessou oceanos. Com tambores pulsando como corações, a história revela a riqueza da cultura africana, com suas danças, suas vestes vibrantes e a música que ecoa a alma do povo.
Esta festa é uma celebração da resistência, da tradição e da herança africana que ainda vive no Brasil.
Alegria de todo um povo,
Condenado, proibido, imoral
Mesmo assim resistiu, pôs-se a jongar,
Eleva o canto aos céus e pede,
Clama o fim das injustiças, quer ser livre
Coroa a liberdade em forma de prece,
Ao bondoso Deus e ao divino espírito santo.
Conclusão: Batuque é um tributo à África, celebrando a vitalidade e a influência de sua cultura na construção da identidade brasileira.
O desfile se despede em um grande ritual, onde todos os elementos – a música, a dança e as vestes – se encontram para celebrar a ancestralidade e a continuidade da cultura africana.
Este enredo traz à tona a essência da cultura africana, mostrando sua beleza, diversidade e resiliência.
ORGANOGRAMA DO DESFILE
Comissão de Frente: Mensageiros Africanos.
Alegoria: Representação da Religião Africana.
Ala 1 – Sírio de Nazaré. Representação da religião e fé.
Ala 2 – Escravos. Representação do sofrimento de um povo.
Ala 3 – Folia de Reis. Representação de reis negros e irmandades religiosas africanas.
Ala 4 – Capoeira. Representação da Cultura de Protesto.
Ala 5 – Baianas. Representação da força da mulher africana.
Ala 6 – Bateria: Congada. Representação da manifestação cultural e religiosa afro-brasileira.
Ala 7 – Olodum. Representação da alegria de um povo.
Ala 8 – Passistas.
Ala 9 – Fogo Sagrado. Representação da celebração de um povo.
Ala 10 – Tambores. Representação de um sonho de criança.
Ala 11 – Bumba-meu-boi. Representação da resistência e expressão cultural das comunidades afro-brasileiras.
Ala 12 – Carnaval. Representação da festa da celebração.









