Alô criançada… Chega pra cá! Alegria vai contagiar / Santa Marta vai te emocionar

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nhtad
Escola: G. R. E. S. Mocidade Unida do Santa Marta

Enredo: SANTA MARTA CONTA A HISTÓRIA ENCANTADA DOS BRINQUEDOS

Carnavalescos: Marco Aramha e Marcyo de Olliveira

Presidente: Haroldo Fully

Data, Local e Ordem de Desfile: Grupo de Acesso B, 3ª Escola de 09/02/2016, terça-feira, Estrada Intendente Magalhães, Campinho/RJ.

Samba:

Compositores: Júnior Lima, Alberto “Beto” Lima, Rodrigo Moreira, Renne Barbosa, Edu Casa Leme, Sylvinho do Horto e Dog do Leme

Intérprete: Edu Chagas

Letra:

Alô criançada… Chega pra cá! Alegria vai contagiar / Nosso samba não pode parar

Alô criançada… Chega pra cá! Alegria vai contagiar / Santa Marta vai te emocionar

Embarque na imaginação / Martinha ganha vida a cada geração

No sonho colorido da infância / Desperta sua alma de criança

Viajei… Vi a bolinha de gude rolar / E o bambolê, tá na cintura que requebra sem parar

O jogo de dominó aprendi no colo da vovó / Marionetes e fantoches a sambar

Na avenida, contam histórias de emocionar

Voar com a pipa na imensidão / E navegar em um barquinho de papel

Entra na roda, gira feito pião / Na capa do herói a cruzar o céu

O chinelo serve de “golzinho” / De pés descalços, surge o rei da bola

Quem namora a boneca mais famosa? / Lá vem o trem piuí, piuí…

Conduzindo o time de botão / Fiquei rico, conquistei o mundo inteiro

No jogo de tabuleiro / Acelerei… Pedalando por aí

Quebrei cabeça com as peças coloridas / É difícil, mas não posso desistir

Conectado vem com a gente brincar junto / O importante é se divertir

Sinopse:

Intenção do enredo

Nossa intenção com este enredo é lembra que o estatuto da criança e do adolescente regulamenta que um dos diretos de toda criança praticar esportes e ter brinquedos e brincar com eles curtindo a infância com muito carinho e felicidade.

Sinopse

Em uma prateleira ladeada por rendas bordados agulhas e linhas, está Martinha, uma velha boneca de pano. Com seus olhos de retrós, ela observa sua companheira de aventuras, curvada pelo peso da idade. Ao seu lado uma menina tímida, com olhos cristalinos, meio que escondida atrás de sua saia.

– Venha minha querida está na hora de você voltar a trazer alegria a outra geração.

Pegando a boneca com carinho ela se senta em uma confortável cadeira, tendo a menina em seu colo ela lhe presenteia com a boneca de pano: – Foi minha, se chama Martinha! Foi também o brinquedo preferido de sua mãe, e agora ela é sua, para amar, brincar e compartilhar suas emoções.

Sem que a avó e a neta percebessem, a boneca imbuída de espírito e sentimentos começou a lembrar de suas aventuras ao lado de seus companheiros, outros brinquedos.

Lembro me que amigas bonecas como eu, contavam que muitos brinquedos que existem hoje nasceram no passado remoto pré-histórico, e nas grandes civilizações antigas, e vários deles permaneceram inalterados ao longo do tempo. As primeiras bonecas eram adoradas como deusas, há 40 mil anos. Mas só muito tempo depois, no Egito de 5 mil anos atrás, se transformaram em brinquedo, de lá também vieram as bolinhas de gude e o Bambolê.

E a brincadeira continuou lá na China de onde vieram o dominó, o pião, os cata-ventos e as pipas. Da Grécia e de Roma, vieram as marionetes, barquinhos e espadas de madeira. Durante a Idade Média, os fantoches eram brinquedos muito comuns entre as crianças.

Lembro também que me faziam companhia no berço de minha dona, brinquedos e móbiles que ficavam pendurados.

De todas as brincadeiras e brinquedos o mais presente e o faz-de-conta. Com capim e arroz, brincar de casinha fazendo comidinha com minhas amiguinhas, fazendo de conta que é dona de casa. Com capa ter super poderes. E os meninos com bola de meias e trave de chinelo, eram os craques do time, pé de lata, rola pneu ou com aquele sensacional telefone com barbante feito de latinhas.

Imitando os de verdade, soldadinhos verde oliva em uma guerra de mentirinha que ninguém se machucava! Meus irmãozinhos coloridos, os bonequinhos Playmobil dão ritmo a inúmeras brincadeiras.

A boneca mais famosa do mundo, a Barbie, sempre acompanhou a moda. E dizem que ela ainda namora com o Ken.

A bola é um dos brinquedos mais antigos que existem. No Brasil, a bola mais popular é sem dúvida a de futebol.

Grandes amigos, os Ursos de pelúcia, sempre companheiros de todas as horas e na hora de dormir.

O Quebra-cabeça é um jogo de raciocínio com suas pecinhas coloridas que se encaixam formando sempre lindas imagens. E o Cubo mágico, também, difícil porem não impossível de resolver.

Para montar nada melhor que blocos de Lego, com seus tijolinhos coloridos da para montar de tudo. De mentirinha!

Há muito tempo se brinca com jogos de tabuleiro, hoje o mais famoso é o Banco Imobiliário, para fingir ser rico e brincar com dinheirinho de mentira.

No século XV, o artista e pintor Leonardo da Vinci já brincava de desenhar projetos de bicicletas. Hoje não tem nada melhor que sentir o vento no rosto e apostar corrida com amigos em 2 rodas!

O famoso Futebol de botão é uma invenção carioca. No começo eram usados botões de cueca para jogar (naquela época, as cuecas tinham botões). Depois, passou se a usar os botões da calça do uniforme escolar, o que fez o jogo ser proibido na escola, porque os alunos podiam acabar sem calças!

Brincar de carrinho de plástico ou fricção guiar por ruas e avenidas da imaginação ou ser maquinista na locomotiva para com pontualidade chegar na estação.

Quando parecia que já se tinha inventado de tudo surgem os brinquedos a pilha e controle remoto que se moviam sozinhos.

E chega a era dos brinquedos eletrônicos com o Genius e o primeiros vídeo games.

Hoje graças a internet uma criança pode brincar com outra que esteja do outro lado do mundo.

De repente alguém grita o nome da menina chamando-a para brincar. Ela desce do colo da avó, e corre saindo pela porta. Segundos depois ela volta, pega Martinha em um abraço apertado e carinhoso, e vai brincar.

Marcyo de Olliveira / Marco Aramha

Autores do enredo e carnavalescos

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