SAMBA NA INTENDENTE

7ª – Turma da Paz de Madureira / Série Bronze / Carnaval 2024

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GRÊMIO RECREATIVO ESCOLA DE SAMBA TURMA DA PAZ DE MADUREIRA

Fundação: 20/01/2013 (21 anos)

Cores: Azul, Amarelo, Verde e Branco

Símbolo(s): Coroa e duas Pombas da Paz

Escola Madrinha:

Santo Padroeiro:

Bairro: Madureira

Sede/Quadra: Rua Pirapora, 114, Turiaçu, Madureira, Rio de Janeiro, RJ

Barracão: Rio de Janeiro, RJ

Presidente Administrativo: Barbara Cecília Rigaud

Vice-Presidente: Wilma de Paula

Presidenta de Honra:

 Vice-Presidente de Carnaval:

Carnaval 2024

Grupo: Série Bronze da Superliga

Ordem de Desfile: 5ª Escola a desfilar no Sábado, dia 17/02/2024, na Estrada Intendente Magalhães, Campinho, RJ

Enredo: “LUGAR DE MULHER É ONDE ELA QUISER

(Reedição do Enredo do Império Serrano de 2020)

Sinopse:

Autor do Enredo: Juninho Pernambucano

Autora da Sinopse do Enredo:

Carnavalesca: Barbara Rigaud

Figurinista: Maristela Fernandes

Comissão de Carnaval: Gisele Rosires, Nívea Maria, Maristela Fernandes e Claudia Girafa

Diretoras de Harmonia: Simone Rosa e Claudia Girafa

Diretor de Barracão:

1º Casal de MS e PB: Henrique Seixas e Verônica Moura

Apresentadora do 1º Casal de MS e PB: Paula Maria

2º Casal de MS e PB: Vinícius Paes e Jéssica Ramos

Apresentadora do 2º Casal de MS e PB: Andrea Machado

Coreógrafa da Comissão de Frente: Kátia Bezerra

Diretoras/Coordenadoras da Ala de Passista: Aldione Senna e Claudete Santos

Diretora da Ala das Baianas: Ana Valéria

Presidenta da Velha Guarda:

Presidenta da Ala de Compositores:

Diretora do Departamento Feminino:

Bateria Damas do Ritmo

Mestra de Bateria: Paloma Bento

Rainha de Bateria: Egili Oliveira

Diretor de Musas e Destaques:

Musa(s): Luciene da Silva Martins, Janaina Krauskopf, Rafaella Brum

Muso(s):

Diretora do Departamento de Comunicação:

Assessoria de Imprensa: Luciana Andreia – Telefone: (21) 9 8905-1882

Diretor Musical:

Autores do Samba-Enredo: Aluísio Machado, Beto BR, Lucas Donato, Luiz Henrique, Matheus Machado, Rafael Prates, Renan Diniz, Senna e Thiago Bahiano

Intérpretes: Debora Cruz e Ledjane Motta

Cantor(es) de Apoio:

Sou a guardiã de nossa história / Sou eu, a tia, dona da memória

A negra realeza da serrinha / Mãe preta, do jongo, rainha

De pé descalço, piso forte no terreiro / Abro a roda pra mironga de jongueiro

Evoco em versos Marias guerreiras / A heroica resistência nas trincheiras

Canto a bravura e a valentia / De mulheres que lutaram dia a dia

Vim mostrar o meu valor / Vovó ensinou, vovó contou

Tenho sangue de Dandara / A nobreza de Benguela / Sou alteza da favela

A luta não pode parar / Insistem; não vou me curvar

Eu quero a bem da verdade, a tal igualdade / Sonho meu, que o mundo tenha mais respeito

Sonho meu, fazer valer nossos direitos / Livres da mão do algoz

Ninguém vai calar nossa voz

Quem diz que mulher não é valente? / Imperiana, presente

Eu sou raiz, filha desse chão / Resisto a qualquer opressão

 

História: Quando se fala em TPM, o que vem à sua mente? O período pré-menstrual pelo qual as mulheres passam todo mês? Para o G.R.E.S. Turma da Paz de Madureira (TPM), a sigla tem outro significado e muito sentimento: a alegria de ser a primeira escola de samba exclusivamente feminina do Brasil.

A TPM é uma instituição que visa o empoderamento e a inclusão das mulheres através da cultura do carnaval. Pra quem não sabe, as Escolas de Samba além de serem o lugar mais inclusivo que existe, são pioneiras em muitos assuntos que estamos tratando hoje como necessidade.

No desfile de 2023 da Superliga, na Nova Intendente, a escola ganhou o terceiro lugar do Grupo de Avaliação, e conseguiu uma vaga na Série Bronze, passando de bloco carnavalesco para escola de samba oficial.

Em 2024, o samba escolhido para a tão desejada estreia na Série Bronze é uma reedição do “Lugar de mulher é onde ela quiser”, do G.R.E.S. Império Serrano: “A letra dele cabe na nossa proposta. Ele ressalta Dandara dos Palmares (guerreira negra do período colonial do Brasil) e Tereza de Benguela (líder quilombola), fala de mulheres que viveram em uma época com dificuldade e barreira, e venceram uma guerra. E é por isso que precisamos levar este samba para a avenida e mostrar que podemos vencer esta guerra”, conta Bárbara, referindo-se ao machismo no universo do Carnaval. “Tudo vem de uma inspiração. Por que não falar destas mulheres e agradecer às que estão à frente de delegacias, nos tribunais, nos hospitais?”, completa.

Fonte(s): Redes Sociais da Agremiação

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