2ª – Unidos do Cabral / Avaliação / Carnaval 2024

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GRÊMIO RECREATIVO ESCOLA DE SAMBA UNIDOS DO CABRAL

Fundação: 22/02/1953 (70 anos)

Cores: Azul e Vermelho

Símbolo(s): Caravela, Sol

Escola Madrinha: G. R. E. S. Acadêmicos do Salgueiro

Santos Padroeiros: São Jorge e Nossa Senhora Aparecida

Bairro: Cachambi

Sede/Quadra: Rua Álvares Cabral, 140, Cachambi, Rio de Janeiro, RJ

Barracão: Rio de Janeiro, RJ

Presidente Administrativo: Leonardo Barbosa Cavalcante “Léo”

Vice-Presidente: Milton “Babalu”

Presidente de Honra:

Diretora de Finanças:

Diretor de Eventos:

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Carnaval 2024

Grupo: Avaliação da Superliga

Ordem de Desfile: 2ª Escola a desfilar no Domingo, 11/02/2024, na Estrada Intendente Magalhães, Campinho, RJ

Enredo: “AMIR HADDAD, DA LAPA AO CABRAL… CARNAVALIZANDO O TEATRO, TEATRALIZANDO O CARNAVAL”

(Releitura do Enredo da Escola de 2005)

Sinopse:

Conheça a Releitura do Enredo da Unidos do Cabral para 2024

Autor do Enredo: Leonardo Soares

Autor da Sinopse do Enredo: Leonardo Soares

Carnavalesco: Leonardo Soares

Diretor de Carnaval:

Diretor de Harmonia: Sandro Moreira

1º Casal de MS e PB: Fabian e Izabela

2º Casal de MS e PB: Vinícius e Vitória

Coreógrafo da Comissão de Frente:

Diretora/Coordenadora da Ala de Passistas:

Diretora da Ala das Baianas:

Presidente da Velha Guarda:

Presidente da Ala de Compositores: Ricardinho Professor

Vice-Presidente da Ala de Compositores: Denis Moraes

Diretora do Departamento Feminino:

Bateria Ritmo da Marola

Mestre de Bateria: Vitinho

Rainha de Bateria: Mariane Paulla

Madrinha da Bateria: Martinha Andrade 

Rei da Bateria: Daniel Ricardo

Rainha da Escola: Nayara Abrantes

Musa(s):

Muso(s): André Louis

Diretor de Comunicação, Marketing e Redes Sociais:

Assessoria de Imprensa:

Diretor Musical:

Autores do Samba-Enredo: Marcelo Lopes, Ribamar, Rangel, Jorge Machado, Flávio Santos e Braga da Abolição

Intérpretes: Haru Oliveira, Henrique Oriente e Luciana Pedroso

Cantor(es) de Apoio:

Gravação do Áudio da Escola de 2005 na voz de Ribamar:

Um grito forte ecoou / Sob a luz de Orunmila / O cortejo vai passar

Vem da Arábia, / Das mil e uma noites,

O valor e toda a herança / Do Mestre Amir Haddad, O Inovador.

Menino mascate, Príncipe ferreiro, / Mineiro da arte que encontrou

Na faculdade seu destino: / Um palco iluminado de amor.

“T.B.C.” seu prazer, o seu berço teatral. / Foi premiado como grande diretor / No seu primeiro festival

E viajou para Belém do Pará / Se admirou com a cultura de lá

A natureza, o índio e a fé / Da procissão do Círio de Nazaré

Abrindo as cortinas pro sucesso / O professor resistiu à censura

Com tanta bravura, / Pelo Rio se apaixonou.

Pra Lapa, levou o folclore nacional, / Consolidando sua carreira teatral

E através das Escolas de Samba, / Essa união de Bambas,

Carnavalizou o teatro nacional / E uniu várias culturas do meu Brasil,

Teatralizando o nosso carnaval

“Tá na Rua”, meu amor / Sou alegria, sou teatro e carnaval

Vem curtir esta folia / Na Unidos do Cabral

 

História: O G. R. E. S.  Unidos do Cabral é uma escola de samba da Zona Norte da cidade do Rio de janeiro.

A Unidos do Cabral foi fundada como Associação Atlética Unidos do Cabral. Na verdade é um time de futebol que conquistou vários troféus. Passou a ser um bloco de sujos nas cores do time (preto e branco) em 1961. Era um sucesso… Os ensaios nas ruas do Cachambi começava com meia dúzia de foliões, mas por onde desfilava ia arrastando o povão. No ano seguinte mudou as cores para vermelho e branco e filiou-se a Federação dos Blocos Carnavalescos, apresentando-se oficialmente na Praça Onze, com o enredo “Bahia” em 1963, sob a presidência de Helio Soares, o popular “Helinho”.

Aos poucos, o Cabral ia crescendo. O primeiro título, em 1967, veio com “Exaltação a Imprensa” e mais, o bicampeonato com “Paulistas e Emboabas” durante a gestão de José Rodrigues de Barros, o “Pernambuco” carinhosamente assim chamado. 1969 continuava a saga de lutas e conquistas,com um dos mais valiosos prêmios no mundo do Samba. “O Curumim de Ouro” oferecido pela TV Tupi RJ. Somente o G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro, B.C. Bafo da Onça e Unidos do Cabral, podem se orgulhar deste tento.

No ano de 1971, com o presidente eleito Jorge Cyriello, o Cabral passa a contar com uma quadra coberta e própria. Pensando na comunidade fora construída a creche “Xodozinho do Cabral”. Cyriello, reeleito em 1973, 1974 e 1976 conquistou por meio de votação dos aproximadamente 150 presidentes dos Blocos Carnavalescos do Rio de Janeiro, o título de melhor Presidente, relações públicas e comunicador do samba. Por suas mãos dezenas de artistas passavam a prestigiar ainda mais o Unidos do Cabral.

O Unidos do Cabral em 1976 apresentou um de seus maiores desfiles. Mais de 2000 pessoas fizeram parte do enredo “Bahia Branca de Menininha”. Sucesso também, graças ao samba de J. Barroso, gravado em LP, executado diariamente nas rádios, inclusive até na Bahia. Vale ressaltar que em 1981, homenageando o mestre Nelson Cavaquinho com “Se alguém quiser fazer por mim que faça agora” e embalado pela composição de Frank e Baiano do Cabral (considerado por muitos como um dos melhores sambas de todos os tempos) o Cabral começava a se aperfeiçoar cada vez mais para em 1989 com “Festa da Xuxa”fazer um desfile impecável… A Imprensa, co-irmãs e o povo dava como certa a nossa vitória, porém, ficamos com a segunda colocação. Nos anos seguintes, “A fantástica Elba Ramalho” e “Jorge Benjor o batuqueiro da alegria” em 1991, terminava o ciclo como Bloco de Enredo, devido as incansáveis lutas e algumas decepções.

Após uma série de reuniões em 1997 fica resolvido que a Unidos do Cabral se transforme em A.A.G.R.E.S. e solicitou a sua filiação à Associação das Escolas de Samba da Cidade do Rio de Janeiro. Por ser o Cabral a única agremiação carnavalesca, esportiva, recreativa e social do bairro do Cachambi, com 46 anos de existência.

Em 1998 se apresenta finalmente como escola de samba. Com o enredo “A visita do Samba a pérola do oriente: Hong Kong”. A linda comissão de frente fantasiada de Damas Orientais arrancou aplausos de todos os presentes no desfile do grupo de Avaliação. Foi um desfile de beleza plástica contagiante onde cada componente deu o melhor de si. Conseguiu então ascender para o Grupo E.

Em 1999 o enredo “Diana, a princesa que encantou o mundo” criou certa polêmica pois muitos achavam que a escola não seria capaz de montar o desfile, e, apesar de todas as dificuldades e imprevistos de última hora a escola consegue apresentar-se e surpreende obtendo excelente classificação e ascende ao Grupo D.

Permaneceu por cinco anos no grupo D até conseguir ascender ao C, em 2004. Em 2006 conseguiu seu melhor resultado, um quarto lugar no grupo. Porém, em 2009, foi rebaixada ao D,

Em 2009, a agremiação preparou um enredo falando sobre o combate à dengue: a comissão de frente desfilou com trajes irreverentes, onde os integrantes representavam pessoas de diferentes classe sociais combatendo o mosquito, de diversas formas, inclusive uma integrante segurava uma raquete elétrica. Foi uma das rebaixadas ao grupo D.

Em 2010 desfilou no Grupo D e não foi bem novamente. Com um desfile repleto de problemas, inclusive sem ala das baianas nem alegorias, acabou ficando na última posição, retornando ao grupo E no carnaval de 2011, depois de doze anos.

Com a criação do Grupo de avaliação, em 2015 o Cabral voltou a ser escola de samba, após desfilar alguns anos como bloco de enredo filiado à FBCERJ. No ano seguinte, apresentou um enredo sobre o vento, onde o carnavalesco, Leonardo Soares, desfilou no abre-alas, vestido de borboleta, com diversos ventiladores a sua volta. Não fosse uma punição por propaganda, a escola teria sido vice-campeã.

Fonte(s): Samba na Intendente, Blog Carnaval de Avenida e Academia do Samba

 

Ficha Técnica de 2017:

SÉRIE E – FICHA TÉCNICA 2017 – COM AS LETRAS DOS SAMBAS

Ficha Técnica de 2020:

Unidos do Cabral / Carnaval 2020 / Avaliação

Ficha Técnica de 2022:

Carnaval 2022 – Unidos do Cabral / Avaliação

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