Confira a Sinopse do Feitiço Carioca para 2026

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CARNAVAL 2026

GRES FEITIÇO CARIOCA

MEU MALVADO DO FUNDO DO CORAÇÃO!

SINOPSE

Com função de divertir e de amedrontar, os autômatos (do grego αὐτόματον, que significa agir por conta própria) surgiram entre o século III e XVIII a.C. Estudos recentes sugerem que Júlio César e Cleópatra possuíram esses bonecos em sua infância…

É o começo da animação!

Magos, feiticeiros, bruxas eram motivos de medo e “malvadezas”. Bonecos malvados e assustadores perambulavam pelo mundo, hoje valendo milhares de dólares. Poucos ainda existem! No filme “A Invenção de Hugo Cabret”, temos um belo exemplar desses.

A tentativa de divertir, assustar ou entreter, vai seguir assim até o final do século XIX e começo do século XX, quando a animação vai se tornar um filão de personagens “bonzinhos” e malvados, pontuando esse período com igual fama e prestígio.

Walt Disney cria um rato encantador, que vai abrir as portas da imaginação para a fantasia, dando vida, aspectos, sentimentos, a uma sorte de personagens fantasticamente animados.

Mas logo, como sempre, surgem os opostos. O necessário contraponto que nem a fantasia, nem a magia, conseguem eximir.

Os malvados e vilões estreiam com força total!!!

Suas atitudes e “malvadezas” conquistam surpreendentemente uma tímida camada da sociedade por enquanto…

Talvez nos espelhemos neles, com nossas fraquezas e mazelas, e aí a admiração pelos Irmãos Metralhas, Mancha Negra, Cruella, Malévola, Drácula e todo um time de adoráveis malvados, como se pode ver em “O Malvado Favorito”, só faz crescer!

Nesse inusitado movimento, a indústria cinematográfica mira um novo patamar da animação. Ela vai humanizar os malvados e algo inusitado acontece: as angústias e agonias são sucessos de bilheteria, com malvados em alta, há uma proliferação de anti-heróis: Coringa, Máscara, Arlequina, Pinguim, Vampiros e outras “aberrações” caem em definitivo no gosto popular.

Conforme nossa própria história, figuras com traços de “malvadezas” são ícones de recentes representatividades na sociedade, nos altos círculos sociais, na política mundial, nos conflitos etc.

Este sentimento nos traz essa louca questão de ser atraente tanto os bons quanto os malvados.

Até onde é atraente a maldade?

Ou até onde é chato ser “bonzinho”?…

Se eles estão por aí, povoando o nosso imaginário e o cotidiano de todos nós, eis as perguntas:

_Quem escolhemos?

_Quem nos emociona mais?

_Quem verdadeiramente nos representa?

_Quem é “MEU MALVADO DO FUNDO DO CORAÇÃO”?!

JEAN RODRIGUES

Carnavalesco

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