Zé Pelintra do Catimbó é uma entidade espiritual de origem nordestina, fundamental na Jurema Sagrada, com forte atuação na Umbanda e Candomblé, nascido no sertão do Nordeste, podendo ser representado com roupas de algodão, chapéu de palha e lenço vermelho, muitas vezes sem sapatos, representando sua conexão mais rústica e nordestina, é uma figura enraizada no Catimbó nordestino, tem tradição espiritual que mistura elementos indígenas, católicos e feiticeiros.
Foi um homem bom, um grande mestre, nas ervas encontrou a cura, Malandro de respeito, conhecido como “malandro curandeiro”, bom de papo, de muita fé, conhecido também por não gostar de traição, ser contra injustiça, sofrimento e dor, faz sucesso com as mulheres e na jogatina ele é Rei, espírito de luz, é tido como protetor e mentor das classes menos favorecidas. Ao sair do sertão, se esquivando de repressões policiais, chega aos Arcos da Lapa, no Rio de Janeiro, passando ser apresentado como um malandro com sua bengala, trajando terno completo na cor branca, com sapato bicolor, branco e vermelho, gravata vermelha e seu panamá branco de fita vermelha.






