GRÊMIO RECREATIVO ESCOLA DE SAMBA BANGAY
Fundação: 09/09/2021 (2 anos)
Cores: Rosa e Preto
Símbolo(s): Tigre Albino
Escola Madrinha:
Santo Padroeiro: São Jorge
Bairro: Bangu
Sede: Av. Santa Cruz, 5.695, Bangu, Rio de Janeiro, RJ
Quadra: A Escola ainda não tem quadra
Barracão: Rio de Janeiro, RJ
Presidente Administrativo: Renato Álvaro
Vice-Presidente: Sandra Andréa
Presidente de Honra: Rubem Álvaro “In Memoriam”
Vice Financeira:
Diretor de Eventos:
Carnaval 2024
Grupo: Série Bronze da Superliga
Ordem de Desfile: 4ª Escola a desfilar na Segunda-Feira, dia 12/02/2024, na Estrada Intendente Magalhães, Campinho, RJ
Enredo: “ATLÂNTIDA – A LENDÁRIA ILHA E O REINO PERDIDO”
Sinopse:
Resumo do Enredo: A intenção da GRES Bangay é expandir a consciência sobre determinados lugares, mitos e histórias contadas em algum momento pela humanidade. Muitas das informações podem não encontrar embasamento científico ou contrariar teorias correntes. O conhecimento, ao longo da história, é constantemente atualizado, construído ou substituído quando há uma compreensão maior. Sendo assim, dentro do livre pensamento, criando uma versão carnavalizada na sua utilização de forma benéfica para a evolução coletiva. Desde os diálogos de Timeu e Critias narrados por Platão, a cidade perdida de Atlântida tem despertado a Imaginação de Historiadores, poetas e caçadores de tesouros Apesar de muitos estudiosos argumentarem que o mito da Atlântida tenha sido inventado para retratar uma sociedade ideal, outros acreditam que o império realmente existiu. De todos os lugares míticos que são apresentados nas histórias, lendas e contos de filósofos, exploradores antigos e até mesmo alguns curiosos recentes, a Atlântida é a mais famosa. Sua suposta civilização avançada, arquitetura e características povoam filmes, livros e conteúdos, alguns fantasiosos, outros bastante intrigantes. Mas, com isso tudo vem a questão: A Atlântida realmente existiu? Se sim, com toda a tecnologia recente, por que ainda não foi descoberta? A lição é que uma sociedade poderosa e evoluída, mas que se voltasse cada vez mais para si, seria inevitavelmente destruída pelas suas próprias ambições… Extraordinariamente rica, com mandatários de origem divina que dominavam um vasto império insular, a lendária cidade teria desaparecido no oceano, vítima de um cataclismo. Temos inúmeros exemplos ao longo da história que não precisamos citar aqui, inclusive com a própria cultura Grega. Continuemos a explorar!
Autor do Enredo:
Autor da Sinopse do Enredo: Saulo Saude
Carnavalescos: Diego Rammuz, Edmo Cabral, Sandra Andréa e Saulo Saude
Diretores de Carnaval: Tiago Rosa e Paulo Cardoso
Diretora de Harmonia: Luciana Corrêa
Diretor de Manutenção do Barracão: Ailton Rodrigues
Diretor de Produção de Barracão: Washington Luiz
1º Casal de MS e PB: Diego Rammuz e Carol Bitencourt
Apresentador do 1º Casal de MS e PB: Vinicius Antunes
2º Casal de MS e PB: Miguel Felício e Safira Rosa
Coreógrafo da Comissão de Frente: Fábio Figueira “Tio Fábio”
Coordenador da Ala de Passista: Wictor Hugo
Presidente da Ala das Baianas: Redice Amorim
Presidente da Velha Guarda:
Presidente da Ala de Compositores:
Diretora do Departamento Feminino:
Bateria Cadência Colorida
Padrinho da Bateria: Mestre Léo Capoeira
Mestra de Bateria: Fernanda Martyns
Rainha de Bateria: Thaiane Brito Santos “Thay Serpente”
Rei de Bateria: Anderson Reis
Príncipe da Bateria: Otávio Sant’Anna
Princesa da Bateria: Shayenne Bonnecker
Rainha da Escola:
Diretor de Musas e Destaques:
Musa(s): Alana Scalabrinny
Muso(s): Carlos Carvalhos, Mixhel Douglas, Rogério Santos, Diego Araújo
Destaques Alegóricos: Cacau Niemeyer, Nilo De Lourenzo, Luan Matos (Tripê)
Diretor de Comunicação e Marketing:
Assessoria de Imprensa: Tiago Rosa – Telefone: (11) 9 1038-2064
Diretor Musical:
Autores do Samba-Enredo: Ricardo Simpatia, Zé Glória, Franco Cava, Roger Corrêa, Tony Negão, Henrique Souza, Flavinho Avellar e Jorginho Mocidade
Intérprete: Maguinho Vem no Batuke
Cantor(es) de Apoio: Eduardo Maciel, Nega Deyse
Nas águas revoltas da História / Entre lendas e glórias
O Olimpo desafiava os homens / No templo sagrado de Zeus
Poseidon era o deus dos oceanos
Palavras no tempo do sábio Platão / Filósofo grego, voz da razão
A era do bronze, riquezas minerais / Portal de lendas imortais
Rei Atlas / Ritual do touro / Oricalco e ouro
Na ilha a brilhar / Nobre constelação
Estrelas de Orion / Tomada pela ambição!
Atlântida, então, desafiou Athenas! / Entre guerras e paz, derrotada, desperta
A fúria dos deuses! / Levando a cidade pro fundo do mar!
Mas, na proteção de cristais, enfeitada de corais / Mesmo no abismo triste
O encanto que não se desfaz / Entre seres imortais! / Sua beleza resiste
Bangay! Vai mergulhar! / Desvendar! Um novo mundo
Revelar! O sonho escondido / Atlântida, continente perdido
História: O G. R. E. S. Bangay é uma escola de samba da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro que irá estrear no carnaval carioca em 2022.
O pavilhão da agremiação ostenta as cores do arco-íris.
O Bangay surgiu da ideia de criarmos uma agremiação carnavalesca que homenageasse a comunidade LGBTQI +.
O Bangay foi fundado como bloco em 24/09/2016 (5 anos).
O nosso primeiro enredo no ano de 2017 foi a “A noite das bonecas”, que era para lançar a agremiação no carnaval oficial de Bangu. Neste período também ajudamos a fundar a Associação dos Blocos Carnavalescos da Região de Bangu e Adjacências Flor da Lira e, a Liga dos Blocos da Zona Oeste. Em 2018 lançamos o enredo “A TENTAÇÃO”, onde falamos de todas as tentações existentes, e desfilamos fora do carnaval oficial com um desfile no Ponto Chic em Padre Miguel, e outro em Bangu; em 2019 fizemos o enredo “OS DEUSES DO EGITO”, e participamos do CIRCUITO DE BLOCOS ALAN MACHADO no Rio da Prata de Bangu, onde ganhamos o prêmio de BLOCO SENSAÇÃO; em 2020 ganhamos no mesmo circuito de blocos o prêmio de BLOCO “OUR CONCUR”, conquistando 7 prêmios com o enredo ”PARA AQUELES QUE ACREDITAM O BANGAY É DE AXÉ, RESPEITEM NOSSA UMBANDA DE FÉ”. Criamos também os eventos denominados de: “FEIJUCA BANGAY, CUZIDO DO BANGAY E A BANGAYPIRA. Realizamos alguns eventos na rua e em locais alugados. Inserimos os casais de mestre-sala e porta-bandeira gays, comissão de frente, alegorias e, toda compactação nos moldes das escolas de samba, onde passamos a servir de referencial para os demais blocos. Outrossim, retomamos as apresentações dos artistas do seguimento gay como: SHOWS DE DUBLAGENS, COUVERS, CONCURSOS DE MISS E MR., e etc. Finalmente, conseguimos alcançar o tão sonhado patamar de nos tornarmos a primeira escola de samba LGBTQIAP+ do Rio de Janeiro, quiçá, do Brasil. Tudo isso foi conquistado com muita luta, dificuldades e sob muito preconceito.
Ficha Técnica de 2022:



