Grêmio Recreativo Escola de Samba Tupy de Braz de Pina

Avante guerreiros Tupy!

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Fundação: 25/03/1948 (69 anos)

Cores: Azul e Branco

Símbolo(s): Índio

Bairro: Brás de Pina

Sede/Quadra: Av. Lobo Junior, 2171, Penha Circular, Rio de Janeiro, RJ

Barracão: Rua Viena 397, Brás de Pina

Presidente: Fábio Augusto Teófilo “Fabinho”

Presidente de Honra:

Vice-Presidente: Fabiano Cosme Nascimento

Escola Madrinha: Portela

Bateria: Treme Terra da Leopoldina

MS e PB yUPY
Foto Rodrigo Borges do Ritmo Carioca

História: O G. R. E. S. Tupy de Braz de Pina é uma escola de samba da Zona da Leopoldina, Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro.

O Tupy de Braz de Pina era, nos anos 1940, um time valente, um dos campeões dos torneios suburbanos de futebol. Mas o terceiro tempo das partidas, as resenhas futebolísticas regadas a cerveja, churrasco e música, também era famoso na região circundada pelos bairros da Penha, Penha Circular, Cordovil e Vista Alegre.

Foi na casa de Titino que se reuniram Nelson Bigode, Bahia, Jacir Santana, Capemba, Aquino dos Santos, dona Cila, João Magrinho e outros moradores da região para criar o bloco que, anos depois, se transformaria no Grêmio Recreativo Escola de Samba Tupy de Braz de Pina.

A escola de Brás de Pina (o bairro tem grafia diferente da escola) se transformou em escola de samba em 1951.

Na estreia, no desfile na Av. Presidente Antônio Carlos, dia 03 de março de 1957, terminou no 2º lugar no Grupo 2, com o enredo “Ordem e progresso”. No ano seguinte, entre as grandes na Av. Rio Branco, conseguiu um honroso 8º lugar com “Inconfidência Mineira”. Mas em 1959, a ousadia de assumir um enredo que fugia da história oficial do Brasil, “Memórias de um preto velho”, derrubou a escola de volta ao grupo 2. Depois de amargar o 5º lugar com “Exaltação à arte e pintura de Almeida Jr.”, em 1960, a escola carimbou definitivamente seu lugar na história do Carnaval ao apresentar, em 1961, “Seca no Nordeste”, samba que está em qualquer lista dos melhores de todos os tempos. A composição de Gilberto Andrade e Waldir de Oliveira foi apresentada no Grupo 2 e, apesar de ter levado a escola de volta à divisão principal, rendeu apenas o 2º lugar atrás da Unidos do Cabuçu.

Em 1962, a Tupy ficou em último lugar e voltou ao Grupo 2. E lá permaneceu até 1972, quando, com “Chiquinha Gonzaga, alma cantante do Brasil”, juntou-se novamente à elite.

Em 1973 ficou na frente da Vila Isabel, mas a escola desceu novamente.

Em 1975 foi vice-campeão do Grupo 2 com o enredo “Brasil, glória e interação. Mas no ano seguinte, foi a última colocada do Grupo principal ao apresentar o enredo “Riquezas áureas da nossa bandeira”. O samba, bem recebido pela crítica, foi puxado por Celso Landrini, mas a Tupy deu azar: passou depois da Em Cima da Hora, que encantou a plateia com seu lendário samba “Os Sertões”. A apresentação começou muito atrasada por causa de um temporal terrível e a escola ainda atravessou o samba, devido a um problema com o cavaco. Uma catástrofe: o puxador teve de parar de cantar para retomar no ponto certo. E a Tupy deixou a avenida sob vaias.

A escola terminou em último lugar e nunca mais desfilou no primeiro grupo do samba. Começou ali a curva descendente dos bambas de Brás de Pina.

A tragédia da violência chegou à Tupy e entrou sem pedir licença. No fim dos anos 1970, houve até tiroteio na quadra. As famílias que davam aos ensaios o ar hospitaleiro que convém ao mundo do samba desistiram da escola. E a Tupy se perdeu.

Em 1977 com o enredo “Um sonho colorido” ficou com a 7ª posição. No ano seguinte, acabou em 13º, com “Manôa, um sonho dourado”, e caiu para o terceiro grupo. Em 1979, já em franca decadência, terminou em último lugar, com “Folia-folia”.

Não desfilou em 1980 e 1981. Voltou em 1982 no grupo 2A, o equivalente à 3ª divisão, chegou em 10º lugar com o enredo “Sobrenatural de Almeida, dramaturgo do mundo cão. No ano seguinte, o enredo “Mistérios das matas com Ossaim, Ossanha e Oxóssi deixou a turma de Brás de Pina em 8ª.

A grande maioria das colocações da escola no final dos anos 80 e anos 90 não foram significativas, com algumas exceções.

A escola em 1997 deixou de desfilar.

O ressurgimento da azul e branco de Brás de Pina deu-se em 2015.

 

Carnaval 2018

Grupo: Série D

Ordem de Desfile: 8ª Escola a desfilar no Domingo de Carnaval, dia 11/02/2018, na Estrada Intendente Magalhães, Campinho/RJ

TUPY

Enredo: “IMPÉRIO DA TIJUCA – NA CÔRTE DO SAMBA, ÉS O PRIMEIRO”

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Logo: Divulgada

Sinopse:

Carnavalesco: Sidney Soares

Diretora de Carnaval: Indiara Braz

Diretor de Harmonia:

1º Casal de MS e PB: Rogério Luiz dos Santos Júnior “Rogério Júnior” e Julie Reis “Julinha”

2º Casal de MS e PB: Paulo Menezes “Paulinho” e “Laís Menezes”

Coreógrafo da Comissão de Frente:

Coordenadora da Ala de Passistas: Thaynara Rodrigues

Diretora da Ala das Baianas:

Diretor da Velha Guarda:

Presidente da Ala de Compositores:

Diretor de Bateria: Júlio César Borges dos Santos “Mestre Sagui”

Rainha de Bateria: Gisela Aranha

Princesa da Bateria: Maria Luiza

Musa da Bateria: Jaqueline Gama

Muso da Bateria: Hélder Oliveira

Musa: Larissa França

Assessoria de Imprensa: Adriana Vieira

Autores do Samba-Enredo:

Intérprete: Clebinho Show

Cantores de Apoio: Cláudio Gomes “Claudinho”, Pedro Luiz Teixeira

Jotta no Cavaco, Marcos Felipe e Gigante

Samba-Enredo:

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