Rumo ao carnaval 2020, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Passa Régua, presidido por Rodrigo Gonçalves, orgulhosamente apresenta sua Super Direção da Bateria Pulsação da Zona Oeste com foco na nota máxima do Grupo C da Passarela do Povo.

Léo Tinoco, renovado como Mestre da Bateria, é filho do grande mestre Kalu, fundador da Unidos da Vila Kennedy. Começou sua vida no samba em 1987, com apenas 8 anos, na bateria da própria Vila Kennedy e em 1991, aos 12 anos, tornou-se o primeiro mestre da Ainda Existem Crianças na Vila Kennedy. Em 1994 tornou-se diretor de bateria na escola mãe e em 1995 ingressou como ritmista da Mocidade Independente de Padre Miguel, sob o comando do saudoso mestre Coé. Pouco depois, tornou-se também ritmista da Estação Primeira de Mangueira. No ano de 2009 voou mais alto e atuou como ritmista na Protegidos da Princesa, em Florianópolis e, também, foi Mestre da Bateria Ritmo Fascinante da Unidos da Vila Kennedy no Grupo RJ 3 (atual D), ascendendo para o Grupo RJ 2 (Atual C), permanecendo no comando da Bateria em 2010. Em 2011 atuou como mestre de bateria da União da Ponte no Grupo 1 dos Blocos da FBCERJ). Também em 2011 assumiu o comando da bateria da Unidos de Cosmos, no grupo D, permanecendo na agremiação até o carnaval de 2012. De 2012 a 2014 atuou na direção de Bateria do Sereno de Campo Grande e, em 2018, tornou-se Diretor de Bateria na mesma agremiação. Em 2019 foi diretor de bateria do Sereno de Campo Grande, Império Ricardense e da Imperadores Rubro-Negros, assumindo, também, o Passa Régua como mestre, seguindo para seu segundo ano na agremiação.

Jonas Junior, Diretor de Tamborins, renovado para o carnaval de 2020, é de uma família de notáveis do Samba. Filho do famoso mestre Jonas e sobrinho do saudoso mestre Jorjão, começou no samba aos 6 anos de idade, na Estrelinha da Mocidade, escola mirim da sua escola de coração. Por anos desfilou na escola mirim e também na escola-mãe. Em 2014, no Acadêmicos do Cubango, assumiu pela primeira vez a função de Diretor do naipe de Tamborins. Atualmente é diretor de Tamborins do Passa Régua no Grupo C e do Império Ricardense no Grupo D.

Juan Expedito, Diretor de Chocalho, tem um grande vínculo com a agremiação. Foi no Passa Régua, ainda bloco, que em 2010 começou sua trajetória no mundo do samba. Em todos os anos, desde então, desfila com a verde e branca. Além disso, em 2014 ingressou na bateria Caldeirão da Zona Oeste da Unidos de Bangu, onde permanece até hoje, e, em 2019, também ingressou na Baterilha da União da Ilha do Governador. Em 2019 recebeu a responsabilidade de comandar o naipe de chocalhos no Passa Régua na Série C, sendo renovado para o carnaval de 2020.

David Albuquerque, Diretor do Naipe de Surdos, começou em 2004 sua carreira no Projeto Escola de Bambas. A partir deste projeto, foi selecionado para compor a bateria do Corações Unidos do CIEP, onde permaneceu até o ano de 2010, quando iniciou como diretor de bateria na agremiação. De lá pra cá, ingressou na bateria da Beija-Flor de Nilópolis e, em 2019, participou do desfile de 12 agremiações em grupos variados, sendo diretor de bateria no Passa Régua e no Delírio da Zona Oeste.

Ricardo Andrade, Diretor de Caixas, ingressou no mundo do samba em 1999 em Blocos de diversas regiões e cresceu neste meio nos últimos anos. Mediante seu trabalho intenso, foi selecionado pelo mestre Léo Tinoco para compor sua direção de Bateria.

Carlos Henrique, Diretor Geral, é músico formado e um dos coordenadores do projeto de percussão para crianças e adultos da Unidos de Padre Miguel. Começou aos 8 anos na bateria da Estrelinha da Mocidade, onde foi ritmista e diretor de bateria, também tornando-se, mais tarde, ritmista da escola-mãe e também um dos responsável pela manutenção de instrumentos da escola. Também passou como diretor de bateria em diversas agremiações como Chora na Rampa, Delírio da Zona Oeste, Unidos da Vila Kennedy. Atualmente atua como diretor de bateria na Unidos de Padre Miguel, Império Ricardense e Passa Régua.

Leonardo Martins, Diretor de Cuícas, começou no mundo do samba no Projeto “Samba com Sardinha”. Passou pelo Samba da Gameleira com a presença forte em sua vida do grande mestre Didi da Cuíca, ícone do mundo do samba, ingressando no Passa Régua rumo ao carnaval de 2020.

João Gabriel, Diretor do Naipe de Repiques, começou no mundo do samba em 2007 no próprio Passa-Régua, na época ainda Bloco, com o saudoso mestre Umbé. Na agremiação aprendeu a tocar todos os instrumentos, mas se apaixonou pelo Repique. Em 2017 teve a oportunidade de ingressar na bateria Leões da Jardim Bangu, sob o comando do mestre Dilsinho de Xangô, permanecendo até o carnaval de 2018. Em 2019 foi convidado a compor o time de diretores de bateria do Passa Régua.

Marcelo Ferreira Nunes, Diretor de Caixas, tem em sua família boa parte dos fundadores da Mocidade Independente de Padre Miguel. Começou ainda bem novo a tocar na bateria e também chegou a desfilar em alas da escola. Tornou-se compositor passando por diversas agremiações como compositor e ritmista: Grilo de Bangu, Em Cima da Hora, Acadêmicos do Grande Rio, Acadêmicos de Santa Cruz, Acadêmicos da Rocinha, Unidos de Cosmos, Unidos de Padre Miguel, Unidos de Bangu, entre muitos outros. É fundador do Bloco Arrastão da CUFA, na comunidade do Sapo, em Senador Camará. Na própria comunidade, comanda a Oficina “1000Volts”, que forma músicos jovens com atividades 100% gratuitas. Também atuou em projetos no Morro da Providência (Escola Fala Meu Louro), Clínica da Família Kelly Cristina de Sá Lacerda Silva, CIEP Evaristo de Macedo. Atuou como segundo mestre na Bateria do bloco Timoneiros da Viola, com o comando do mestre Jonas. Com seus projetos de percussão forneceu ritmistas para grandes escolas como Acadêmicos do Cubango, Império Serrano e Unidos de Bangu. Atualmente, é diretor de bateria no Passa Régua, Bloco D’Jorge, Acadêmicos do Jardim Bangu, Império Ricardense e bloco Arrastão da CUFA.

Anderson Moraes, Diretor do Naipe de Surdos de Terceira, começou em 2008 no projeto de percussão da CUFA na comunidade do Sapo, em Senador Camará. Dois anos depois, começou a atuar como oficineiro do projeto, dando aulas de percussão por 5 anos. Em 2010 ingressou na Acadêmicos do Cubango como ritmista, onde ficou até 2016. Em 2015 deu aulas de percussão na Escola Fala Meu Louro, projeto da prefeitura no Santo Cristo, junto com os mestres Jonas e Marcelo. Em 2016 e 2017 foi ritmista da Sinfônica do Samba no Império Serrano, além da participação em diversos blocos carnavalescos. Em 2019 ingressou como diretor de bateria do Passa Régua, sendo renovado para o carnaval de 2020.

Sidcley Fernandes, Diretor do Naipe de Agogôs, começou a desfilar como ritmista em 1986 na Tradição e como diretor de naipe em 2000 na Acadêmicos de Santa Cruz. Foi diretor em todas as agremiações da Série A e em quase todas do Grupo Especial, menos Beija-Flor e Acadêmicos da Grande Rio. Desfilou como ritmista no Salgueiro e na Unidos da Tijuca.