GRÊMIO RECREATIVO ESCOLA DE SAMBA ACADÊMICOS DA ABOLIÇÃO

Fundação: 20/01/1976 (48 anos)
Cores: Verde e Branco
Símbolo(s): Coroa sobre Anéis
Escolas Madrinhas: G. R. E. S. Acadêmicos da Rocinha e G. R. E. S. Caprichosos de Pilares
Bairro: Abolição
Sede/Quadra: Rua Teixeira de Azevedo, 69, Abolição, Rio de Janeiro, RJ
Barracão: RJ
Presidente Administrativo: Neto Dória
Vice-Presidente:
Vice-Presidente de Finanças: Vladimir Oliveira Rocha
Secretária: Márcia Dória
Diretora de Projetos Sociais: Márcia Dória
Presidente de Honra: Não Possui
Carnaval 2024
Grupo: Série Prata da Superliga
Ordem de Desfile: 3ª Escola a desfilar na Sexta-Feira, dia 16/02/2024, na Estrada Intendente Magalhães, Campinho, RJ
Enredo: “AXÉ NGOMA! A FESTA DO BATUQUE ANCESTRAL!”
Resumo do Enredo: no Carnaval 2024, o enredo do Acadêmicos da Abolição é inspirado em um texto do Escritor, Professor e Compositor: Luiz Antônio Simas. A escola falará da criação do mundo a partir do tambor ancestral, o Ngoma. Que trouxe alegria para o ser supremo Zambi, criar o mundo ao som do nosso pai tambor. E fará ainda uma grande homenagem à Estação Primeira de Mangueira, por trazer o tambor como um dos seus símbolos, mantendo sempre a essência do Ngoma ancestral viva.
Autor do Enredo: Vladimir Oliveira Rocha
Autor da Sinopse do Enredo:
Autora da Logo do Enredo: Aislane Souza
Diretor de Carnaval: Vladimir Oliveira Rocha
Diretores Artísticos: Livinha Pessoa, Raquel da Silva Faria e Cristiano Prado Silva
Diretores de Harmonia: Renê Souza e Flávio Altomar
Diretor de Barracão:
1º Casal de MS e PB: Raison Alves e Dandara Luiza
2º Casal de MS e PB:
Coreógrafo da Comissão de Frente: Felipe Rodrigues
Diretor da Ala de Passistas:
Diretor da Ala das Baianas: Nelcy Gomes
Presidente da Velha Guarda: Elisabete Teixeira da Silva “Dona Beth”
Porta-Bandeira da Velha Guarda: Angélica Andrade
Diretora do Departamento Feminino:
Diretor da Ala Coreografada:
Presidente da Ala de Compositores:
Bateria Feras do Ritmo
Mestre de Bateria: Bruno Bruzaca
Rainha de Bateria: Índia Zurich
Musa(s): Michele Monteiro, Elizabete Thomaz, Thais Duarte “Tata”
Muso(s): João Pedro Drumond
Assessoria de Imprensa:
Autores do Samba-Enredo: Alexandre Reis e Gigi da Estiva
Intérprete: Rodrigo de Jesus da Silva “Digão Audaz”
Arrepia o tambor… axé / Sou Abolição, sou filho de fé!
O verde da esperança sorte em meu destino / Rosa inspiração no meu caminho
Sou eu / Origem do mais puro ancestral
Semente viva nesse Carnaval / Quem veio pra espantar a dor do mundo…
Sou nó na madeira… / Que pulsa, ressoa…
Um ser encarnado pra te emocionar / A luz de Zambi que volta a brilhar
“E Zazi despertou” / A luz de Zambi que volta a criar
Dobra O ‘rum que é pra saudar… NGOMA / Dobra O ‘rum no ritual de fé
No meu terreiro Alabê toca samba / Abolição é casa de bamba.
Vem no balanço do mar (vem, vem). / Vem no balanço do mar…
Onde a dor repousa em água / Força e fé são como sal
Devoção à natureza é colossal / Que aporta na Bahia de São Salvador
Na Gamboa à matriz / A poesia do morro é raiz
Nação Mangueira! / É resistência do nosso país!
História: O G. R. E. S. Acadêmicos da Abolição é uma escola de samba da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro.
Um grupo de amigos moradores do bairro da Abolição, reuniam-se nos finais de semana para jogar futebol, organizar festas, participar de bailes em clubes, frequentar ensaios de escolas de samba, blocos carnavalescos e assistir aos jogos no Maracanã.
Este mesmo grupo decidiu criar uma ala, com a finalidade de brincar o carnaval e desfilar em blocos carnavalescos que se apresentavam nos carnavais de rua organizados pelos bairros. A ala recebeu o nome de “Ala do Limão” devido ao fruto cítrico que era usado na bebida servida como aperitivo, nos eventos organizados pela ala.
Foram escolhidas as cores “verde e branco”. O branco simbolizando a paz e a amizade que reinava entre todos, e o verde representa a prosperidade e a esperança num futuro promissor.
No ano de 1974, a ala desfilou no bloco carnavalesco “Xuxu do Engenho de Dentro”. Em 1975 participou do bloco carnavalesco Limão. A palavra Abolição foi acrescentada em homenagem ao bairro onde moravam os fundadores do bloco.
Por onde desfilava o B. C. Limão da Abolição causava grande emoção e o motivo deste sucesso era sua garra, sua alegria, a empolgação dos seus componentes e principalmente por sua excelente bateria. Numa das reuniões de diretoria foi aprovada a fusão com o B.C. Guerreiros do Goró. Este fato ocorreu em 20 de Janeiro de 1976 e na ocasião o bloco passou a chamar-se G. R. B. C. Acadêmicos da Abolição.
Nesta assembleia também foi aprovado o símbolo da agremiação, que é representado por três elos, significando a união entre os blocos Limão da Abolição e Guerreiros da Goró que resultou no G. R. B. C. Acadêmicos da Abolição. Já a coroa representa o êxito dessa união e os ramos de louro, simbolizam a glória e o triunfo. São Sebastião foi escolhido protetor da agremiação, devido à data de fundação coincidir com a data em que se comemora o dia de São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro.
Desfilou pela primeira vez, oficialmente, no carnaval de 1977, permanecendo como bloco até o ano de 1992. Em assembleia geral realizada em 28 de Julho de 1992 foi sugerida e aprovada por unanimidade a transformação de G.R.B.C. Acadêmicos da Abolição para G. R. E. S. Acadêmicos da Abolição.
A agremiação escolhida para apadrinhar a então caçulinha do carnaval foi a G. R. E. S. Acadêmicos da Rocinha, que aceitou prontamente o convite. Neste momento as duas agremiações selaram o pacto de se ajudarem sempre que possível. Essa escolha se deu pelo fato de ambas terem grandes afinidades e também por terem trajetórias parecidas. A Rocinha firmou o compromisso de apoiar a Acadêmicos da Abolição em sua trajetória.
Outro compromisso assumido pelos fundadores presentes na reunião, além do trabalho voltado para o crescimento da escola, seria o de implantar e desenvolver projetos sociais em prol da comunidade local e adjacente, cumprindo assim sua função sócio-cultural participando ativamente do desenvolvimento do bairro da Abolição.
Desfilou pela primeira vez como escola de samba em 1993. Esteve na Marquês de Sapucaí em 1995 e 1996 no antigo Grupo B.
O enredo da Abolição para o Carnaval de 2009 foi “Rio São Francisco, um tanto pai, um tanto mestre, um tanto santo”, que surgiu a partir dos noticiários sobre a transposição do Rio São Francisco, falando sobre suas histórias e das populações ribeirinhas, abordando segredos, mistérios e riquezas.
Em 2012, iria homenagear duas ex-baluartes da Mangueira como tema com o enredo “Dona Zica e Dona Neuma – As Estrelas Verde e Rosa”, porém, foi trocado por Levi Cintra que escolheu fazer um enredo sobre o arroz e acabou descendo para o Grupo D.
Fontes: Wikipédia e Samba na Intendente
http://www.sosamba.com.br/carnaval/escolas/escola_2010.php?id_escola=105
Ficha Técnica de 2018:
Ficha Técnica de 2019:
Ficha Técnica de 2020:
Ficha Técnica de 2022


