Acadêmicos da Abolição / Carnaval 2020 / Acesso

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GRÊMIO RECREATIVO ESCOLA DE SAMBA ACADÊMICOS DA ABOLIÇÃO

Surgiu uma nova estrela / No céu da Abolição / Que vai brilhar, que vai brilhar / No meio da maior constelação / Sou a caçulinha, eu sou amor / Já nasci forte tenho as bênçãos da Rocinha / E São Sebastião meu protetor / Deixa a lua clarear / Deixa o sol queimar a face / Deixa a brisa perfumar / Da zona sul a zona norte / Vou que vou caminhando com moral / Traçando meu destino rumo ao grupo especial

Sou Verde e Branco, Sou Emoção, Sou Acadêmicos da Abolição!

Alô Família Verde-Branco, Muita Força, Muita Energia, Balança Abolição!

A verde e branco é paz e amor / Nessa folia eu tô que tô / Que lindo sonho de ilusão / Eu acordei sambando na Abolição

Canta Abolição! / Pinta de verde essa avenida / Clamando a preservação / E o amor a vidaBandeira_do_GRES_Acadêmicos_da_Abolição

Fundação: 20/01/1976 (43 anos)

Cores: Verde e Branco

Símbolo(s): Coroa sobre Anéis

Escola Madrinha: G. R. E. S. Acadêmicos da Rocinha

Bairro: Abolição

Sede/Quadra: Rua Teixeira de Azevedo, 69, Abolição, Rio de Janeiro, RJ

Barracão: Rua Carlos Xavier 297, Osvaldo Cruz, RJ

Presidente Administrativo: Neto Dória

Vice-Presidente Administrativo: Leonardo Samico “Léo”

Patrono: Vicente Reis

Carnaval 2020

Grupo: Acesso

Ordem de Desfile: 7ª Escola a desfilar no domingo de Carnaval, dia 23/02/2020, na Estrada Intendente Magalhães, Campinho, RJ

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Enredo: “”DOS PRIMEIROS NORDESTINOS, QUE DEIXARAM SEU TORRÃO”. ABOLIÇÃO EXALTA A FEIRA DE SÃO CRISTÓVÃO: O CORAÇÃO DO NORDESTE NO RIO.”

Logo: Divulgada

Sinopse:

*

Carnavalescos: Comissão de Carnaval: Vladimir Oliveira Rocha, Raquel da Silva Faria e Léo Torres

Diretores de Carnaval: Comissão de Carnaval: Vladimir Oliveira Rocha, Raquel Faria e Léo Torres

Diretor de Barracão:

Diretor de Harmonia: Alexandre Carvalho “Novinho”

1º Casal de MS e PB: Raison Alves e Dandara Luiza

2º Casal de MS e PB:

Coreógrafos da Comissão de Frente: Léo Torres e Daniel Ferrão

Coordenador da Ala de Passistas: Bruno Bezerra

Diretora da Ala das Baianas: Tereza Cristina

Diretora da Velha Guarda: Elisabete Teixeira da Silva “Dona Beth”

Presidente da Ala de Compositores: Márcio de Deus

Bateria: Feras do Ritmo

Diretor de Bateria: Mestre Carlos Alexandre “Lerdão”

Rainha de Bateria: Larissa Melo

Musa(s):

Assessoria de Imprensa: Léo Torres

Autores do Samba-Enredo:Renan Diniz, Thiago Bahiano, Márcio de Deus, Tinga, Jefferson Oliveira, João Perigo, Lico Monteiro, Dr. Márcio, Thiago Vaz, Kevin Sardou e Luizinho das Camisas

Intérprete: Rodrigo de Jesus da Silva “Digão Audaz”

Samba-Enredo: Divulgada

Ó, terra seca, morte e vida severina / Adeus, Rosinha, vou-me embora do sertão

No pau de arara, / Vou partindo pra viagem,

Carregando na bagagem / A saudade do meu chão

Sou sertanejo, cabra macho, entregue à sorte / O braço forte, que não teme trabalhar

Tempero que deixa vida mais rica / A “tradição” nordestina

Gostinho de quero mais

“Padim Ciço” alumia meu “São João” / Ê Gonzaga ê… O Rei do Baião

Festa na roça, sanfoneiro, arrastapé / Vou levando meu amor até onde deus quiser

Migrei, busquei um futuro melhor / Levei, no bornal a bravura, o suor

A semente da Cultura / Que floresce no torrão

E lá vou eu… / Pelas andanças dessa vida

O galo canta um novo dia / Meu “pavilhão” te acolheu

75 anos de história / Marcados na memória / Hoje a feira sou eu!

Meu samba vai forrozear / Tem batida de zabumba com pandeiro

Em São Cristóvão, faz a feira Abolição / Pedacinho do Nordeste no meu Rio de Janeiro

História: O G. R. E. S. Acadêmicos da Abolição é uma escola de samba da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro.

Um grupo de amigos moradores do bairro da Abolição, reuniam-se nos finais de semana para jogar futebol, organizar festas, participar de bailes em clubes, frequentar ensaios de escolas de samba, blocos carnavalescos e assistir aos jogos no Maracanã.

Este mesmo grupo decidiu criar uma ala, com a finalidade de brincar o carnaval e desfilar em blocos carnavalescos que se apresentavam nos carnavais de rua organizados pelos bairros. A ala recebeu o nome de “Ala do Limão” devido ao fruto cítrico que era usado na bebida servida como aperitivo, nos eventos organizados pela ala.

Foram escolhidas as cores “verde e branco”. O branco simbolizando a paz e a amizade que reinava entre todos, e o verde representa a prosperidade e a esperança num futuro promissor.

No ano de 1974, a ala desfilou no bloco carnavalesco “Xuxu do Engenho de Dentro”. Em 1975 participou do bloco carnavalesco Limão. A palavra Abolição foi acrescentada em homenagem ao bairro onde moravam os fundadores do bloco.

Por onde desfilava o B. C. Limão da Abolição causava grande emoção e o motivo deste sucesso era sua garra, sua alegria, a empolgação dos seus componentes e principalmente por sua excelente bateria. Numa das reuniões de diretoria foi aprovada a fusão com o B.C. Guerreiros do Goró. Este fato ocorreu em 20 de Janeiro de 1976 e na ocasião o bloco passou a chamar-se G. R. B. C. Acadêmicos da Abolição.

Nesta assembleia também foi aprovado o símbolo da agremiação, que é representado por três elos, significando a união entre os blocos Limão da Abolição e Guerreiros da Goró que resultou no G. R. B. C. Acadêmicos da Abolição. Já a coroa representa o êxito dessa união e os ramos de louro, simbolizam a glória e o triunfo. São Sebastião foi escolhido protetor da agremiação, devido à data de fundação coincidir com a data em que se comemora o dia de São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro.

Desfilou pela primeira vez, oficialmente, no carnaval de 1977, permanecendo como bloco até o ano de 1992. Em assembleia geral realizada em 28 de Julho de 1992 foi sugerida e aprovada por unanimidade a transformação de G.R.B.C. Acadêmicos da Abolição para G. R. E. S. Acadêmicos da Abolição.

A agremiação escolhida para apadrinhar a então caçulinha do carnaval foi a G. R. E. S. Acadêmicos da Rocinha, que aceitou prontamente o convite. Neste momento as duas agremiações selaram o pacto de se ajudarem sempre que possível. Essa escolha se deu pelo fato de ambas terem grandes afinidades e também por terem trajetórias parecidas. A Rocinha firmou o compromisso de apoiar a Acadêmicos da Abolição em sua trajetória.

Outro compromisso assumido pelos fundadores presentes na reunião, além do trabalho voltado para o crescimento da escola, seria o de implantar e desenvolver projetos sociais em prol da comunidade local e adjacente, cumprindo assim sua função sócio-cultural participando ativamente do desenvolvimento do bairro da Abolição.

Desfilou pela primeira vez como escola de samba em 1993. Esteve na Marquês de Sapucaí em 1995 e 1996 no antigo Grupo B.

O enredo da Abolição para o Carnaval de 2009 foi “Rio São Francisco, um tanto pai, um tanto mestre, um tanto santo”, que surgiu a partir dos noticiários sobre a transposição do Rio São Francisco, falando sobre suas histórias e das populações ribeirinhas, abordando segredos, mistérios e riquezas.

Em 2012, iria homenagear duas ex-baluartes da Mangueira como tema com o enredo “Dona Zica e Dona Neuma – As Estrelas Verde e Rosa”, porém, foi trocado por Levi Cintra que escolheu fazer um enredo sobre o arroz e acabou descendo para o Grupo D.

Fontes: Wikipédia e Samba na Intendente

http://www.sosamba.com.br/carnaval/escolas/escola_2010.php?id_escola=105

Ficha Técnica de 2018: https://sambanaintendente.blog/2017/07/27/serie-d-academicos-da-abolicao-4a/

Ficha Técnica de 2019: https://sambanaintendente.blog/2018/08/30/carnaval-2019-serie-d-7a-academicos-da-abolicao/

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