GRÊMIO RECREATIVO ESCOLA DE SAMBA ARRANCO

Na ilusão desta avenida, o Arranco é todo amor!

O meu maior prazer na vida, / É ver o meu Arranco desfilar!
O branco se confunde na Avenida / Nesse mundo azulado
Que passa a cintilar / Bem pouca gente entenderia
Que aos primeiros dos passos da canção / Marcados pela nossa bateria
Facilmente acontece / Chorar de emoção

A bandeira da porta-bandeira a girar / E o moinho de vento,
Que mesmo sem vento não pode parar / A baiana da nossa baiana a rodar
Nas sandálias de prata acabou / Com a prata de tanto sambar

Vem, vem, vem Rainha Oxum / Vem, vem, vem meu pai Xangô
E entrem no peito de cada um / Não esqueçam detalhe nenhum
Desse nosso desfile Nagô

(Autor do Samba Exaltação Juan Espanhol)

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Fundação: 21/03/1973 (45 anos)

Cores: Azul e Branco

Símbolo(s): Falcão

Bairro: Engenho de Dentro

Sede/Quadra: Rua Adolfo Bergamini, 196, Engenho de Dentro, RJ

Barracão: Av. Rodrigues Alves, 733, Fundos, Santo Cristo, RJ

Presidente Administrativo: Dona Diná

Vice-Presidente Administrativo: Tatiana Irineu dos Santos

Presidente de Honra:

Escola Madrinha: G. R. E. S. Portela

Bateria: Sensação

Santo Padroeiro: Nossa Senhora da Penha

Carnaval 2019

Grupo: Série C

Ordem de Desfile: 6ª Escola a desfilar na Segunda-Feira de Carnaval, dia 04/03/2019, na Estrada Intendente Magalhães, Campinho, RJ

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Enredo: “ARLINDO CRUZ – O PARTIDEIRO IMPERIANO”

Logo: Divulgada

Sinopse: Divulgada

https://sambanaintendente.blog/2018/08/23/confira-a-sinopse-do-arranco/

Carnavalescos: Júlio Cesar Farias e Diângelo Fernandes

Diretor de Carnaval: Crystiane Fontes “Cris das Placas”

Diretor de Barracão:

Diretor de Harmonia: Nélio Azevedo

1º Casal de MS e PB: Paulo Roza e Gislaine Lira Silva

2º Casal de MS e PB: Maycon Pallavine e Manuella Brasil “Manu”

Coreógrafo da Comissão de Frente: Samuel Martins

Coordenadora da Ala de Passistas: Bianca Meira

Diretora da Ala das Baianas: Tia Olga Maria Monteiro Fernandes

Diretor(a) da Velha Guarda:

Presidente da Ala de Compositores: Nego Léo

Diretor de Bateria: Mestre Bruno Rocha

Rainha de Bateria:

Musa(s):

Assessoria de Imprensa: Allan

Autores do Samba-Enredo: Arlindinho Neto e Cia

Intérprete: Léo Simpatia

Samba-Enredo: Definido

Gente eu tô morrendo de saudade / Da simplicidade que aflora meus versos

Do toque macio… no banjo arredio / Na voz da doçura que adoça o universo

De me emocionar em cada canção / E sentir a inspiração

Dar saber ao dia e sabor a noite / Um sentimento sem igual

Alegrar a vida, amenizar o açoite / Do meu sonho de carnaval

Imperiano coração da escola, só chora por ela

Em minha alma, o samba é como um giz / É minha raiz, meu nome é favela.

Daquele almoço de domingo em família / De ver o jogo do mengão pela telinha

Da casa em festa recebendo os amigos / O aconchego o descanso, o abrigo

Ouvi o povo humilde me chamando pra cantar / A poesia, reencontra o meu lugar

Desenhando as emoções / E o Arranco traz de novo as sensações

Firma o tambor, dança o Orixá / Kaô Xangô Cabecilê

Cantam os terreiros pro meu show continuar

Caciqueando sei que o bem vai renascer

 

História: O G. R. E. S. Arranco do Engenho de Dentro é uma escola de samba da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro.

A história do que viria a ser o atual Arranco começou nos anos 60, quando foi criado por Oscar Alves de Azevedo um bloco de sujos, que saía nas ruas do Engenho de Dentro. Seu nome era uma alusão ao fato de que, quando passava, os foliões eram “arrancados” de suas casas para brincar o carnaval.

Em 1965, foi oficializada a criação da Sociedade Recreativa Carnavalesca Arranco, que neste ano desfilou na Praça Onze, pelo 1º Grupo da FBCERJ. Desta época, data uma grande rivalidade com um outro extinto bloco da região, o Vai se Quiser, que tinha as cores vermelho e branco.

Porém, a data de fundação oficial do Arranco como escola de samba é 21 de março de 1973. Seus fundadores foram: Aynarim Manaya da Costa “Mazola”, Claudir de Andrade, Carlos Pertusier F. da Silva, Djalma Ayres de Lima, Eros Mendes, Hélcio Guimarães Costa, Hélcio de Aguiar, Jocelyn Freitas, Joubert Albuquerque Nascimento, Luiz Carlos P. Maciel, Oscar Alves de Azevedo, Reinaldinho F. Martins, Sebastião Pereira, Walmir da Costa Neves e Wálter José da Silva.

A Portela foi convidada para ser a madrinha do Arranco. Como as cores da Portela são azul e branca, o Arranco adotou essas cores e adotou como símbolo o Falcão, “primo” da águia, que é o símbolo da escola de Osvaldo Cruz.

Em seu primeiro ano de desfile, em 1974, o Arranco apresentou o enredo “Estrela Dalva” e ficou na 7ª colocação no Grupo 3. Logo em seu segundo ano de desfile, a escola ganhou seu primeiro título, com o enredo “Ajuim-obá”.

A escola participou duas vezes do desfile principal: em 1978 “Sonho Infantil” e 1989 “Quem Vai Querer?“, sem, no entanto, conseguir se firmar no grupo.

Durante sua trajetória, a escola conquistou mais títulos: 1984 “As Aves que Aqui Gorjeiam” e 1988 “Pra ver a Banda Passar, Cantando Coisas de Amor“, pelo Grupo 1-B, 2ª divisão; e 1996 “Ser Brasil, Ser Brasileiro“, pelo Grupo B, 3ª divisão do carnaval carioca. A escola conquistou por duas vezes o prêmio Estandarte de Ouro do jornal O Globo de melhor samba do 2º Grupo: em 1977, pelo samba “Loguns, Príncipe do Efan”, e em 2006, com o samba “Gueledes, o Retrato das Almas”.

Fontes: Wikipédia e Samba na Intendente

Ficha Técnica de 2018: https://sambanaintendente.blog/2017/06/30/serie-c-arranco-1a/