Avante Bangu, chegou nossa hora / É vermelho e branco o meu coração

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banEscola: G. R. E. S. Unidos de Bangu

Enredo: 60 ANOS DE GLÓRIAS. A ESTRELA GUIA BANGU RUMO A VITÓRIA

Carnavalesco: Marco Antônio Falleiros

Presidente: Guilherme Torres Guimarães

Data, Local e Ordem de Desfile: Grupo de Acesso B, 13ª Escola de 09/02/2016, terça-feira, Estrada Intendente Magalhães, Campinho/RJ.

Samba:

Compositores: Zé Glória, Maurinho Valle, André Baiacu, Dudu Senna, Gabriel Sorriso, Denilson Rosário, Dega, Henrique, Caique Alves, Waguinho, Ary do Cavaco, Leandro Canavarro e Marcelo do Rap

Intérprete: Marcelo Rodrigues

Letra:

A estrela nos guia rumo à vitória / Que seja pra sempre a nossa união

(A bola) A bola rolou / O sonho surgiu / Desperta minha Mocidade

A sua raiz, não posso negar / Baile das Rosas / Eterna Saudade

A malandragem de um mestre vai passar / Um banho de axé para me renovar

Comunidade sua garra nos leva a vitória / Relembrando sua história

Deixa o povo aplaudir / Nosso canto vai arrepiar

As estrelas no céu / Hoje irão nos guiar

A alma de uma escola é a bateria / Não Existe Mais Quente / Um toque de magia

60 anos de glórias / Lindos sambas na memória / E nas viradas da vida

O Ziriguidum na avenida / Um rei, iluminando novas gerações / Eternizada em nossos corações

Não custa nada sonhar / Vem festejar de verde e branco / Sobre a luz de um novo olhar

Não custa nada sonhar

Sinopse:

“Rola bola, bola rola na vida sempre joguei”, e se no jogo de futebol dei, meus primeiros passos, sonhei nas estrelas um amor de carnaval. A poeira do campo de terra, despertou o samba, despertou uma comunidade “independente em sua identidade” erguia-se para a folia a Mocidade Independente de Padre Miguel.

Oh minha escola, meu celeiro de bambas, minha raiz, ofereço a você um baile de rosas a comemorar. Na Apoteose ao samba, aplausos você apresenta ao mundo a malandragem de seus instrumentos sobe o comando de nosso eterno Mestre André.

Doce é recordar o teu passado, sentir o perfume de nossas amadas baianas, que em seu rodopio encantam a multidão, doce é ver que em teu passado o samba se fez presente em sua forma mais tradicional. Doce mesmo Mocidade é sonhar acordado ao teu lado e receber de teus braços o aconchego de sua comunidade.

Hoje Bangu sonha com você querida Padre Miguel, pede licença a sua gente para te decantar em versos, hoje Bangu se veste de verde e branco se faz guerreira e sente o brilho e o calor da estrela guia.

Aplausos ao patrono maior, eterno Castor de Andrade, guerreiro do samba, memória que não se apaga, detentor do nosso orgulho que por Bangu, também passou, e como ficou elegante no coirmão vermelho e branco de nosso pavilhão.

Saudades eternas, chama que não se apaga, mestre do samba, lendário personagem do carnaval carioca que hoje recebe a nossa homenagem.

Ah minha verde e branco, atravessastes o mar em busca de novas terras, com Arlindo Rodrigues descobristes o Brasil, cantou Mãe menininha e a festa do divino.

Lágrimas no olhar e a explosão tropical de um gênio, Fernando Pinto e seus delírios abrasileirados. Um carnavalesco com a marca da emoção apresentou ao mundo o verde Xingu, levou nosso sonho as estrelas, e foi neste sonho que ele revelou um verdadeiro Ziriguidum, indo a lua e ao sol em uma nave ao som do samba, na cidade dos índios despertou Tupinicopolis, e pra se despedir de nossa gente mandou beijim beijim e disse bye bye Brasil. Saudades eternas.

E foi nas viradas da vida, que surgiu um novo estilo em seu carnaval. Um estilo limpo, Hi-tec, vira, virou e você se encontrou, com as mãos de Renato Lage e Lilian Rabelo. E no afã de encontrar, você descobriu um jeito novo de fazer o seu povo delirar, uma overdose de alegria um dilúvio de felicidade, quanta saudade Mocidade.

O tempo passou e a estrela de luz te conduziu a ganhar cada vez mais o Brasil, e quando sua gente clamou em oração “Padre Miguel olhai Por Nós” o criador atendeu, revelando para a criatura uma bomba de alto astral, feita pelas mãos que fazem o samba. E de corpo e alma, vibramos e levantamos a avenida, para enfim brilhar no céu a estrela que nos fez sonhar…

São 60 anos que não se apagam, um caminho percorrido ate aqui em forma de luta, suor e sonhos, são sessenta anos de paixão eterna a uma comunidade guerreira que demonstra em suas lágrimas a paixão verde e branco por você, tão amada, querida, temida e aguardada Mocidade.

Hoje desponta a tua bandeira, honra-se o teu pavilhão, é aplaudida e amada, e uma nova identidade é selada. De braços abertos você recebe seu novo patrono, dando continuidade as suas glórias. Nossos respeitos a Rogério de Andrade, novo detentor das chaves da zona oeste, que no som do apito anuncia… lá vem a bateria da Mocidade Independente, seja em padre Miguel ou em Bangu…. Não existe mais quente.

Autor: Felipe Diniz

Carnavalesco: Marco Antônio

 

 

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